E quem é que ainda acha que os noivos verem-se antes do casamento dá azar?
Eu não…
Mais uma vez, a fotografia ficou a cargo do Eduardo Oliveira.
Podem ver o resultado AQUI.
Aqui ficam os melhores momentos do casamento deste simpático casal, realizado em Portimão com uma temperatura nada agradável para quem está habituado ao gelo da Serra da Estrela.
Foi graças a este dia que resolvi não voltar a usar um fato em trabalho.
Espero que o suor não se note no filme
Aqui fica o clip com os melhores momentos do casamento da Andrea e do Xavier.
A fotografia estava a cargo do Eduardo Oliveira.
Podem ver as restantes AQUI.
Por mais desgastante que seja, fazer um Same Day Edit (edição de um clip no próprio dia do casamento) é das coisas mais recompensadoras que poderia alguma vez fazer.
É também uma óptima forma de os noivos poderem surpreender todos os seus convidados (e a si próprios
).
Foi exactamente o que aconteceu com a Ana e o Paulo.
Depois de uns tempos sem actualizar o blog, aqui fica o trailer do casamento da Anabela e do Tiago.
Podem também ver as fotografias do dia no blog do Eduardo Oliveira e da Matilde Berk.
O clip com os melhores momentos do dia fica para mais tarde…
Aqui fica o filme “Pele de Cordeiro”, realizado para ser exibido no dia do casamento da Tânia e do Pedro.
Para quem não acompanhou os posts anteriores, é preciso referir que esta foi uma produção feita com pouquissimos meios, guiões feitos à pressa e, acima de tudo, com a boa vontade dos familiares e amigos do casal (ou seja, os actores do filme).
Espero que gostem tanto de o ver, como nós gostámos de o realizar.
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Comandar 15 pessoas, sem experiência de cinema ou teatro e que nem os textos conhecem, não é tarefa fácil.
O facto de se ter a famÃlia e os amigos a olhar para nós enquanto representamos, desperta risos e gargalhadas por tudo e por nada.
Mas se por um lado dificulta a missão de quem está a realizar, por outro gera situações muito divertidas.
Não querendo entrar pela parte qualitativa das prestações (e até houve algumas bastante boas), gostava de realçar o espÃrito divertido com que todos abraçaram este projecto.
Não sabiam a história do filme, não faziam ideia de que papeis teriam que representar, mas todos disseram “presente” e deram o máximo para levar este projecto a bom porto.
Os Óscares da boa disposição e da boa vontade serão deles de certeza absoluta.
L.R.
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Pelos vistos, há pessoas a quem ter que me aturar no dia do casamento não lhes chega.
É o caso da Tânia e do Pedro, que resolveram fazer um “thriller à moda da casa” com estreia marcada para o dia do casamento.
Pois bem, com a história e os personagens na cabeça, faltava encontrar o sÃtio ideal para as filmagens.
O local escolhido (Quinta da Taberna, com uma tremenda população de 2 habitantes) é simplesmente fantástico. Parece mesmo saÃdo de um filme!!! (quer dizer… sair, não saiu… mas vai entrar)
Marcado  o 1º dia de filmagens, faltava escrever os diálogos da 1ª cena, tarefa que realizei na noite anterior com uma “TRINSPIRAÇÂO” tremenda.
Quanto mais próxima estava a hora de começar, mais dúvidas surgiam sobre a viabilidade de colocar pessoas sem experiência num filme de ficção (mas nada que a diversão do momento não fizesse esquecer).
Surpresa das surpresas, o Pedro e a Tânia são uns actores de fazer corar muito “morango” que para aà anda.
Não percam as cenas dos próximos capÃtulos, para perceberem como a mistura de um videógrafo, uma câmara, dois microfones de lapela, um casal divertido, as suas famÃlias e muito improviso irão resultar numa super-produção capaz de envergonhar o Peter Jackson.
L.R.
Quando o Eduardo me disse que tÃnhamos que fazer um desvio porque se tinha esquecido da gravata, pensei que a coisa (a nivel de contratempos) ia ficar por ali.
Estava enganado. Depois da gravata foi a vez de metermos gasolina num carro a gasóleo (ainda bem que a bomba tinha uma oficina
) e, para compor a coisa ainda mais, caiu uma das maiores cargas de água que já vi sobre Lisboa. O carro parecia um verdadeiro barco (água até à s portas) e cheguei a pensar que para sairmos da cidade terÃamos que pedir boleia ao Noé.
A muito custo, lá conseguimos navegar até Sintra onde, para nosso espanto, estava um sol de fazer inveja aos (poucos) habitantes do Sahara.
Chegados ao destino acabaram-se as peripécias e a coisa acalmou (até à noite).
Serviço feito, missão cumprida, era hora de regressar a Lisboa.
Até que alguém (o senhor da gravata) resolveu trancar o carro com todo o material e com as chaves dentro da mala.
Nada que uma viagem até Lisboa de taxi (OK, não era preciso o homem ir tão depressa, mas devia ter a namorada à espera…) para ir buscar outra chave a casa não resolvesse.
Vendo o trailer do casamento, ninguém adivinha o que sofremos.
Aqui fica para a posteridade:


